sexta-feira, 20 de abril de 2018

O Alferes Xavier

Alferes Joaquim José da Silva Xavier (Segundo Tenente  na hierarquia atual),antes de "ser Tiradentes"

quinta-feira, 19 de abril de 2018

19 de abril Dia do Índio





Criado em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto lei número 5.540.

Em 1940, aconteceu um congresso com a presença de diversas autoridades governamentais dos países da América.
Líderes indígenas foram convidados a tomar parte das reuniões e decisões. 
A princípio temerosos, alguns dias depois resolveram comparecer,percebendo a importância daquele momento histórico.

Esta participação ocorreu no dia 19 de abril,depois escolhido, no continente americano, como o Dia do Índio.

No Brasil,atualmente e segundo a FUNAI (Fundação Nacional do Índio), são cerca de 460 mil os descendentes dos mais de 3 milhões que se espalhavam pelo nosso território quando os portugueses chegaram em 1500.
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Baby do Brasil(antes Baby Consuelo), seu filho Pedro Baby e banda
 "Todo dia era dia de índio", de Jorge  Benjor

terça-feira, 17 de abril de 2018

Concertos de Eva -20 anos- 19 de Abril 2018

 O espaço

A Casa Museu Eva Klabin, denominada Fundação Eva Klabin até 2017[1], é uma instituição cultural brasileira localizada na cidade do Rio de Janeiro

É uma fundação privada, idealizada pela colecionadora Eva Klabin com o objetivo de preservar e expor ao público o precioso patrimônio artístico por ela amealhado ao longo de mais de meio século. Foi idealizada por Eva nos anos 70, oficialmente instituída em 1990 e aberta ao público em 1995. Promove cursos e eventos culturais, mantém publicações e uma biblioteca especializada em artes visuais.


Situada na antiga residência da colecionadora, à beira da Lagoa Rodrigo de Freitas, a fundação se enquadra na tipologia de casa-museu, com um acervo "fechado" de aproximadamente 2000 peças. Conserva uma das mais importantes coleções de arte européia existentes no Brasil, além núcleos de antiguidades egípcias e greco-romanas, arte oriental, artefatos pré-colombianos e artes aplicadas.

(wikipedia)

Os artistas interpretam Strauss

https://www.youtube.com/watch?v=mSYbKuTmKVA


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segunda-feira, 16 de abril de 2018

a seguir > O alferes Xavier

Alferes Joaquim José da Silva Xavier (Segundo Tenente  na hierarquia atual),antes de "ser Tiradentes"


domingo, 8 de abril de 2018

Hamilton de Holanda na Casa Museu Eva Klabin



Ministério da Cultura e Klabin S.A. apresentam

 HAMILTON DE HOLANDA

MPB EVA

14 de ABRIL, sábado

DAS 17.00  às 18.30

Ingressos: R$ 50,00 inteira | R$ 25,00 meia (acima de 60, estudantes)

O ingresso do show dá direito a uma visita ao museu, às 15:30 (vagas limitadas)

 Informações e ingressos: Tel: 3202-8555

Direção musical: Nenem Krieger

Organização: Marcio Doctors



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'Hamilton de Holanda Vasconcelos Neto  

Começou a tocar aos 5 anos de idade e a se apresentar aos 6 anos. 
Aos 8 anos o músico mirim acumula três anos de prática e dois de palco. Aprendeu a tocar antes mesmo de ser alfabetizado. Na contagem oficial, Hamilton de Holanda tem 18 anos de profissão e 28 trabalhos lançados, entre vídeos e CDs.
Na contabilidade afetiva, do primeiro instrumento aos 5 anos, presente de Natal do avô, aos atuais 39, são 34 anos de bandolim. “Não imaginei que ele me levasse tão longe em reconhecimento e carinho do público. 
Para ser sincero, me sinto começando, pois se não for assim paro de tocar”, diz o artista, reverenciado nos Estados Unidos como “o Jimi Hendrix do bandolim” e conhecido na França como “príncipe do bandolim”.
 
Filho, neto, sobrinho e irmão de músicos, Holanda até que tentou fugir do destino aparentemente traçado ao nascer numa casa onde diversos instrumentos ficavam sempre na sala, ao alcance de quem desejasse tocar, tão integrados ao ambiente quanto o sofá e as almofadas. 

Prestou vestibular e frequentou a faculdade de ciências contábeis até o terceiro semestre, quando a cerveja com os amigos no bar da esquina tornou-se inapelavelmente mais atraente.
 
 “Larguei tudo e fui estudar Composição na Universidade de Brasília.”

(DA WIKIPEDIA)

terça-feira, 3 de abril de 2018

Abril,mês dos livros e dos direitos autorais

Aprendi a ler antes de aprender a escrever e continuo leitora voraz e apaixonada por livros, livros mesmo, companheiros na saúde e na doença, na alegria e na dor,quanto mais páginas...melhor.

Os vinte e  três anos diante do computador (abril de 1995\) me fizeram assim meio pioneira da internet, navegando laptops,IPhones,tablets e outros quetais,mas nem de longe competem com minha paixão.

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Os sumários, assírios e babilônios usavam pequenas tábuas de argila para  gravar os caracteres de sua escrita cuneiforme ou simbólica.

Os fenícios inventaram o alfabeto, que passou a ser escrito em um papel primitivo feito de linho, cânhamo e folhas da amoreira - uma invenção chinesa adotada, em 751 AC, pelos árabes. 

  Mais tarde, a informação passou a vir em rolos de pergaminho - os "volumen", palavra latina que significa cilindro.

 O aperfeiçoamento das técnicas fez surgir o "Codex" (código), livro na forma que conhecemos hoje, com uma capa rudimentar feita de "papier maché" (papel amassado).  

Em 1452, aconteceu a grande revolução: Johannes Gutenberg (1400/1468) criou os tipos móveis que permitiram a propagação do saber pela montagem diferenciada das páginas na imprensa. 
 Apesar dos progressos da informática, grande companheiro das horas de lazer, o livro é a chave para a porta de entrada nos vestibulares, concursos públicos e aprendizado de novos idiomas.

O mês de abril reúne 3 datas consagradas a este guardião do conhecimento, que armazenava todo o aprendizado humano,até a chegada da globalização: 
Dia Internacional do Livro, Dia Nacional do Livro Infantil e Dia dos Direitos Autorais.
O progresso tecnológico veio permitir o livro em CD, para ser ouvido em qualquer lugar e a qualquer momento. 

Os deficientes visuais também podem contar com bibliotecas inteiras em Braille.

2 DE ABRIL


Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil


Em homenagem ao contista, romancista e poeta dinamarquês HANS CHRISTIAN ANDERSEN , o dia de seu nascimento foi escolhido como o Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil.
Filho de um sapateiro muito pobre, era freqüentador assíduo de teatros. Foi ator, cantor e bailarino. Em 1822, seu talento foi descoberto por um dos diretores do Teatro Real e impressionou vivamente o Rei da Dinamarca, que patrocinou seus estudos.Cursou a Universidade de Copenhague, onde começou a escrever poemas, novelas, peças, livros de viagem e, principalmente, os contos que o tornariam famoso - Pequena Sereia, Patinho Feio, Soldadinho de Chumbo, entre outros). Andersen transformou em contos as histórias da tradição oral, acrescentando personagens e criando novas situações.
Afirmava que seu trabalho não era somente dedicado às crianças, pois a maturidade é que traz a compreensão do significado de um conto de fadas. 

Viajante apaixonado visitou à França, Itália, Portugal, Inglaterra e vários outros países europeus, além do Marrocos, na África.
A riqueza, a fama e o sucesso social não lhe subiram à cabeça. 

Assim como freqüentava a família real, lia suas obras para estudantes e prestigiava a Associação de Trabalhadores.  

No final da vida, reconheceu que sua história pessoal teve muito de conto de fadas. 

  Morreu em 4 de agosto de 1875 e foi enterrado na catedral de Copenhague, com a presença do Rei, da nobreza e de grande massa popular. 

  Em homenagem a Andersen, o Rei da Dinamarca instituiu em 1956 o prêmio Internacional de Livros para Jovens (International Board of Books for Young People – IBBY), considerado o mais importante em sua área, um “pequeno prêmio Nobel”. Lygia Bojunga Nunes (2000) e Ana Maria Machado (1982) foram as autoras brasileiras laureadas.
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domingo, 1 de abril de 2018

Golpe de 1º de abril - Os 54 anos do início da ditadura militar






  

 

O golpe de estado de 1º de abril de 1964  foi o prelúdio de 20 “anos de chumbo”, onde a restrição dos direitos individuais, a   censura, o delito de opinião e refinadas formas de tortura física e psicológica foram presenças permanentes.

Os militares anteciparam a  data oficial para 31 de março,na tentativa de evitar chacotas e ironias. 

A causa remota foi a renúncia do presidente Janio Quadros em agosto de 1961, enquanto seu vice, João Goulart, se encontrava em visita à China Comunista.

Enquanto uma interminável viagem de volta se realizava – para permitir o encontro de uma solução constitucional, já que os militares não aceitavam a rotina da lei - o presidente da Câmara (Ranieri Mazzili) assumiu o governo e foi preparada uma solução digerível por todas as partes.
Assim, foi instituído o regime parlamentarista e Tancredo Neves assumiu o posto de primeiro ministro.

Em 1963, foi convocado um plebiscito quando a maioria dos eleitores optou pelo “não” ao parlamentarismo e o país retornou ao regime presidencialista.
No entanto, o presidente João Belchior Marques Goulart - o “Jango”- vigésimo segundo presidente do Brasi, não chegou a concluir o seu mandato sendo deposto por um golpe militar, em 1º de abril de 1964.

O mesmo o grupo de militares que tentou impedir a sua posse em 1961, teve seus objetivos facilitados por uma sequência de fatos que terminaram com a adesão de grupos indecisos-legalistas O
sempre lembrado comício de 13 de março – para os organizadores realizado na gare da Central do Brasil (no centro do Rio) e para os militares em frente ao Ministério do Exército – forneceu munição para os golpistas.

Nele, o Presidente anunciou o compromisso de implantação das chamadas “reformas de base”, assinou a nacionalizacão das refinarias privadas de petróleo e a desapropriação das margens das rodovias federais para efeito de reforma agrária.

A quebra da hierarquia – base da organização militar – representada pela revolta dos marinheiros (liderada pelo famoso Cabo Anselmo, depois identificado como agente da CIA e as manifestações dos sargentos do exército (estimulados pelo deputado Leonel Brizola, cunhado de Jango e pré-candidato na sucessão presidencial) - foi outro elemento mobilizador da insatisfação nas forças armadas.
Insatisfação sacramentada pela presença do Presidente em reunião promovida por marinheiros e sargentos no Automóvel Clube do Brasil, na Cinelândia.

O discurso proferido, na ocasião, pelo Presidente foi considerado “radical” pelo lider comunista Luis Carlos Prestes. O Presidente viajou no dia 1º de abril para Brasília e, em seguida, para Porto Alegre onde Brizola tentou, sem resultado, organizar uma resistência com apoio de oficiais legalistas.
Jango ainda se encontrava em solo brasileiro quando o presidente do senado Auro de Moura Andrade já declarava vaga a presidência.

Jango preferiu exilar-se no Uruguai, de onde nunca mais saiu até morrer, em 1976. Em 2 de abril, foi organizado o Comando Supremo da Revolução, que permaneceu no poder por duas semanas, composto por três membros: o brigadeiro Francisco de Assis Correia de Melo (Aeronáutica), o vice-almirante Augusto Rademaker (Marinha). O todo poderoso do triunvirato era o general de exército Arthur da Costa e Silva.

Para justificar as violações de direitos que se seguiram, a junta militar baixou um Ato Institucional – aberracão jurídica não prevista na Constituição de 1946.

Durante o mês de abril, foram instaurados milhares de Inquéritos Policiais-Militares (IPMs), chefiados, em sua maioria, por coronéis. Graças ao Ato Institucional – posteriormente conhecido como AI-1 (outros se seguiram até o fatídico AI-5, de 1968) - mandatos de parlamentares foram cassados, direitos políticos suspensos, funcionários públicos e de estatais foram sumariamente demitidos.
No dia 15 de abril de 1964, o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco foi "eleito" Presidente por um congresso devidamente faxinado.
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segunda-feira, 26 de março de 2018

A Páscoa e os ovos Fabergé

 


Páscoa de 2018 


 



Fabergé, o joalheiro dos czares


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Tradição da religião ortodoxa, a distribuição de ovos decorados como símbolo de esperança e vida renovada transformava a Páscoa na mais colorida celebração do calendário russo.

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Na Páscoa de 1884, Peter Karl Fabergé - o joalheiro oficial da corte - recebeu uma encomenda especial: criar uma jóia para que o Czar Alexandre III presenteasse a Czarina Maria Feodorovna, no seu vigésimo aniversário de casamento.
Fabergé criou um ovo de ouro e pedras preciosas que foi entregue no domingo festivo, como se fosse um simples embrulho. Para surpresa e deleite da Czarina havia dentro um ovo de ouro encimado pela miniatura, em diamantes, da coroa imperial.


A partir de então,o joalheiro passou a receber "a" encomenda de um novo presente a cada ano, com a condição de que a peça fosse única e contivesse, no seu interior, uma surpresa inesquecível para a Imperatriz.Com grande criatividade e talento técnico, Fabergé anualmente superava o desafio, buscando inspiração em fatos da vida do casal imperial
O ovo Fabergé passou a ser cobiçado por toda a corte. Os motivos se tornaram temáticos: cenas da história da Rússia, a inauguração da estrada de ferro que ligava Moscou à Sibéria e atos de bravura dos militares.
Dez anos mais tarde, em outubro de 1894, com a morte súbita de Alexandre III, aconteceram - no curto intervalo de 25 dias - o casamento de seu herdeiro com a princesa alemã Alix de Hessen-Darmstadt e sua coroação, como Nicolau II.

Na exposição internacional de Paris, em 1900 os ovos foram mostrados ao público pela primeira vez. O juri, extasiado, distribuiu prêmios e honrarias.A concepção criativa e a opulência na confecção ajudaram a difundir a fama das jóias Fabergé por toda


a Europa. A partir de 1906, a joalheria ampliou seus negócios e surgiram ateliers, supervisionados pelo próprio Fabergé, em Kiev, Moscou e Londres.

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Nicolau gostava da pompa e dos rituais da vida militar, mas quando devia mostrar aptidão para seu papel histórico mostrava vacilação e suas atitudes contraditórias colaboraram para que uma firme oposição se desenvolvesse.A famÌlia real se manteve ilhada na esfera doméstica, onde as decisões a serem tomadas eram bem mais simples.



A Czarina vivia em enorme depressão causada pela hemofilia do filho varão e herdeiro e se tornou dependente de Rasputin,ora chamado de "homem santo", ora de charlatão.
Fabergé pesquisava os interesses dos Romanov,transformando os feitos importantes de suas vidas em presentes de Páscoa, para agradar e surpreender.
A cada ano os ovos da Páscoa Imperial ficavam mais extravagantes. Segundo o expert Géza von Habsburg "até hoje são o topo supremo, o apogeu do artesanato em jóias”.
Todos os elementos importantes da saga dos Romanov estão presentes na elegância do ovo do 15º aniversário, um verdadeiro álbum de famÌlia.Detalhes dos mais notáveis feitos do reinado de Nicolau II e cada um de seus familiares - os cinco lindos filhos, o czar e a czarina.

A Primeira Guerra Mundial forçou a utilização - com mais frequência - de materiais semipreciosos.
Naquele instante, a já indisfarçável impopularidade do Czar foi congelada pela união em defesa da Rússia, mas a caótica administração e as condições econômicas catastróficas tornaram impossível o esforço de guerra que Nicolau II comandava.



G
reves e boicotes, com multidões em busca de alimentos começaram a explodir em Moscou e São Petesburgo e até as tropas imperiais se juntaram ao povo descontente.
Os movimentos sociais, que culminaram na Revolução Russa, fizeram com que Fabergé decidisse pelo fechamento de seu atelier em 1916.Sem o apoio da aristocracia, em 15 de Março de 1917, Nicolau abdicou.
No dia seguinte, um decreto do novo governo ordenou a prisão do Czar e de sua família, que foram enviados à Sibéria. Em 17 de julho de 1918, Nicolau, Alexandra e seus cinco filhos - Olga, Tatiana, Maria, Anastasia e Alexei - foram executados.


Da família apenas a rainha mãe, Imperatriz Maria Fedorovna, escapou da fúria assassina.

Ao fugir para a Inglaterra, a bordo do navio Marlborough, ela levou o ovo da Ordem de São Jorge , o último que recebeu de seu filho, o Czar de todas as Rússias.


O Ovo da Cruz de São Jorge foi feito em prata e esmalte, no lugar de ouro e diamantes, para homenagear Nicolau II pela bravura à frente do exército russo, durante a 1a. Guerra Mundial.
Logo após a revolução, os bens dos Romanov foram confiscados pelos bolcheviques.A maioria dos Ovos Fabergé foi inventariada, empacotada e enviada ao Kremlin.
Muitos desapareceram durante a pilhagem ocorrida nos palácios.Ligados à decadência do Império Russo, os Ovos Fabergé tiveram seus preços, inicialmente, desvalorizados.

O filho de Fabergé, Agathon, foi preso pelos revolucionários, mas conseguiu negociar uma anistia para avaliar as jóias e pedras preciosas 



O advento do regime comunista não significou o final da lenda.Ao contrário, agregando a aura da tragédia, estes tesouros se transformaram em peças disputadíssimas por colecionadores, atingindo valores astronômicos no mercado internacional. De acordo com estimativas, entre 1884 e 1916, teriam sido confeccionados 56 ovos para a corte imperial.Até 1998, haviam sido localizados 44 destes exemplares

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Em 2008, o noticiário internacional um dava conta que um ovo Imperial foi arrematado num leilão em Londres por 12 e meio milhões de euros
Atualmente, são cidadãos americanos os 5 maiores colecionadores das jóias e ovos Fabergé: Matilda Geddings Gray, Lillian Thomas Pratt, Marjorie Merriweather Post, India Early Minshall e Malcolm S. Forbes.
Eu vi luxuriante exposição de réplicas, no Museu de Artes Decorativas em Paris, mostrando ao mundo, no início do  século 21, a maravilhosa arte  que dos tempos do Czar.

quinta-feira, 22 de março de 2018

Casa Museu Eva Klabin- Concertinhos de Eva - Março 2018





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Programa para o público infantil e suas famílias
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CAMERATA DE PETROPÓLIS – Projeto Ação Social pela Música do Brasil
 
A Camerata de Petrópolis é o resultado da dedicação e empenho de jovens talentosos, integrantes do projeto Ação Social Pela Música do Brasil, que se consolidou no ano de 2017.
 
Além da proposta de fazer música de câmara e o prazer de crescer juntos artisticamente, a ideia é também estimular o protagonismo juvenil que contribui para a formação de pessoas mais autônomas e comprometidas socialmente.
 
Os conjuntos de música de câmara contam também com o assessoramento técnico e artístico de músicos profissionais experientes que acompanham a evolução dos conjuntos e tem como diretora do projeto e coordenadora artística, a violoncelista Fiorella Soares.

Classificação – Livre

Programação e Produção – Nenem Krieger
Organização – Marcio Doctors
Casa Museu Eva Klabin
Av. Epitácio Pessoa, 2480 – Lagoa
Tel.: 3202-8555/3202-8551 (Programa de Educação)
cultura@evaklabin.org.br

Sábado, 24 de Março, às 16h
Gratuito (Sujeito à lotação. Distribuição de senhas a partir das 15h)

quarta-feira, 21 de março de 2018

21 de março-Dia Internacional da Síndrome de Down




 

 







"É preciso dizer as coisas com clareza:mede-se a qualidade duma
civilização pelo respeito que ela tem pelos seus membros mais frágeis.
Não há outros critérios de julgamento."

Jérôme Lejeune
(foto: mapeamento do cromossomo 21)

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A lei brasileira é uma das mais avançadas no mundo em se tratando da trissomia 21.
Algumas pessoas desconhecem seus direitos e a lei deixa de ser aplicada na prática.
A Federação Nacional das APAE (Associações de Pais e Amigos de Excepcionais)informa em seu site:
"Anualmente,
a Federação Nacional das Apaes prepara uma página especial da campanha
da Semana Nacional do Excepcional no site para que as Apaes possam obter
materiais de apoio para a mobilização social em suas comunidades e
realizar a campanha de comunicação. Os materiais (texto base,
programação das Apaes, release para imprensa e materiais da campanha de
comunicação), são inseridos ao longo do primeiro semestre, a partir do
mês de janeiro.

Em2009,
a inovação foi a criação e inserção de textos de apoio sobre o tema da
Semana, que buscam o aprofundamento e segmentação do tema,
auxiliando as Apaes e/ou pessoas interessadas na mobilização a refletir e
desenvolver ações pertinentes ao conceito estabelecido. Será incluído
um texto por mês. 
Para conferir o primeiro texto de apoio que trata da
acessibilidade curricular na página da Semana Nacional do Excepcional,
Lembramos
sobre a importância da visitação constante na página da Semana Nacional
do Excepcional para obtenção de novos conteúdos"
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Dr. Jérôme Lejeune
No dia 21 de março de 1959, o Doutor Jérôme Lejeune(1926-1994,na foto)médico
francês,pediatra
e professor de genética ,publicou um trabalho no qual apresentava sua
descoberta: é uma anomalia cromossômica que dá origem `a chamada trissomia 21.
 
Os resultados mostrados na revista da Academia de Ciências da França
foram o resultado da pesquisa feita junto com dois colegas: os doutores

Marthe Gauthier e Raymond Turpin.
Pela primeira vez era estabelecido um elo entre doença mental e atividade cromossômica,
Um cromossomo extra no par 21 causa a Sínfrome de Down,assim nomeada em
lembrança do Dr John Langdon Down (1828-1896)médico britânico
reconhecido pelo trabalho com crianças com deficiência mental.
A partir de seus estudos, em 1866, a síndrome foi descrita- mas não explicada.
O Professor Lejeune foi e continua sendo figura fundamental para a atual
inclusão social dos portadores,pois seu trabalho científico ajudou a
minimizar o preconceito e a discriminação

E é sempre lembrado pela dedicacão e generosidade que demonstrou, ao
gastar muito do seu tempo e de seus póprios recursos para alavancar
compreensão e os cuidados para com os portadores e suas famílias.

Penny Robertson, presidente da Down Sindrome Internacional declarou que "o
Professor Lejeune foi uma inspiração para quem o conheceu e pode
avaliar sua força, otimismo, simplicidade e profunda dedicacão ao ser
humano"
As pesquisas do Professor foram além da trissomia 21.
Em
1963, descobriu que a falta de um segmento do cromosomo 5 causa a
enfermidade conhecida como "Miado de gato" e que as síndromes dos
cromossomos 18 e 13 causam problemas de má formação no feto e descobriu
também as trissomias dos cromossomos 9 ( em 1970)e a do 8(em 1971)
A "Síndrome do miado do gato" é assim chamada porque o bebê portador, ao chorar,emite sons como o miado de um gatinho.
O professor Lejeune,considerado o pai da genética moderna, era Doutor
Honoris Causa das universidade de Dusseldorf (Alemanha), Pamplona
(Espanha), Buenos Aires (Argentina) e da Universidade Pontifícia do
Chile.membro da Academia de Medicina da França, da Academia Real da
Suécia, da Academia Pontifícia do Vaticano, da American Academy of Arts
and Sciences, da Academia de Lincei (Roma)

Participou e presidiu várias comissões internacionais da ONU e OMS. 
Foi o primeiro presidente da Academia Pontifícia para a Vida.

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